Genialmente diferente, intrinsecamente distinto.
Ah! Os seres humanos quando nos percebem, mal sabem o quanto nos os estudamos, o quanto o ar que respiramos é próximo do seu, mas como nossas narinas são perfeitamente formadas para respirar os ares mais puros, sombrios, nefastos.
Somos genialmente loucos! Uma compreensão única da vida, uma não linearidade formidável que nos deixa longe, longe e incrivelmente distante de suas pobres e absolutas verdades.
Separados no parto, criados por lobos, criados sozinhos, uns de pernas fortes e altivez elevada, outros querendo leite e lutando pela sobrevivência; não existe sobrevivência para aqueles que são eternos, não existe luta para aqueles que são únicos, não existe propósitos para aqueles que acreditam que morrerão.
Quando nos percebem? Não nos vêem sempre, não sabem nem que existimos, não sabem nem que existem, mas sabem, pois acreditam, e lutam para não deixar de crer que são únicos e escolhidos.
Nunca os entendi! Renegar-se por conta de ser escolhido. Como escolhido? Se renegou!
Ah! Humanos. Ah, Humanos! Cresçam! Virem homens, antes que a matilha se destrua.
Não quero mal a vocês!
por: Guilherme Habib
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